Escolha suas virtudes, foque em uma por semana e, ao fim de cada dia, marque as faltas. No fim da semana, feche com uma revisão. Não é ritual de culpa — é um espelho. Um hábito de cada vez.
Franklin percebeu que tentar consertar tudo de uma vez é como capinar o jardim inteiro num dia só: você se cansa e desiste. Então escolheu o oposto — vigilância total sobre uma virtude por semana, deixando as outras seguirem seu curso. Ao percorrer todas, fecha-se um curso. Ele fazia quatro por ano, a roda girando sempre.
E foi honesto: nunca chegou à perfeição — a Ordem o atormentou a vida toda. Mas se declarou "um homem melhor e mais feliz" pela tentativa. É esse o espírito daqui. Conheça a história completa do Franklin →