Três perguntas. Três momentos. Uma prática que Marco Aurélio levou a sério — e deixou escrito.
Marco Aurélio tinha as Meditações. Sêneca tinha as Cartas. Epicteto nunca escreveu — mas ensinava que a filosofia sem prática diária é apenas espectáculo. Três perguntas. Um registo. Um dia mais consciente.